sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
sexta-feira, 13 de novembro de 2020
Mesóstico
MESÓSTICO
Os alunos do 4º ano criaram um mesóstico a partir do título da obra de José Saramago intitulada "A Maior Flor do Mundo".
A Maior Flor do Mundo
Numa Aldeia
Um Menino aventureiro
saltou o quintAl da sua casa,
desceu o rIo, atravessou campos
e bOsques e decidiu
subiR uma inclinada colina.
Uma Flor moribunda encontrou.
Para a saLvar o menino vinte vezes
desceu a cOlina,
foi ao Rio e gotas de água deu de beber à flor.
A flor seDenta logo renasceu e
o meninO cansado adormeceu.
Os pais, Muito preocupados, avistaram a enorme flor,
a colina sUbiram e o filho encontraram.
Naquele eNtardecer, o menino foi
levaDo para casa como se fosse um herói,
Pois fizera uma cOisa maior do que o seu tamanho e do que todos os tamanhos.
Poema coletivo - 4º ano
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
outono
Durante o 1º período, foram realizadas algumas atividades alusivas à estacão do outono. Aqui ficam alguma imagens dessas atividades.
O novo logotipo para o Jornalinho Escolar
Foi lançado o desafio para os alunos do 3º e 4º ano: a criação de um novo logotipo para o Jornalinho Escolar “O Ribeirinho”. O logotipo criado por uma aluna do 3º ano foi o selecionado para o jornalinho referente ao 1º período.
sexta-feira, 11 de setembro de 2020
quarta-feira, 22 de julho de 2020
As histórias da Telescola - Semana de 15 a 19 de junho
de Ingrid Chabbert
(1º e 2º anos)
O dia em que me tornei pássaro
O Livro
de
Agnés de Lestrade
(3º e 4º anos)
segunda-feira, 15 de junho de 2020
As histórias da Telescola - Semana de 8 a 12 de junho
de
Maria Isabel César Anjo
(1º e 2º anos)
de
Agnés de Lestrade
(3º e 4º anos)
As histórias da Telescola - Semana de 22 a 26 de junho
poema
de
Ah, se eu pudesse andar
a máquina do tempo!
Quebrava esse horror
que é o despertador.
Só saía ao meio-dia
para a escola que abria
às oito da manhã,
sem ralhos da mamã…
Ah, se eu pudesse andar
na máquina do tempo!
Correndo em marcha atrás
caçava lá atrás
um dinossauro anão
que seria o meu cão.
Pois grande, francamente,
metia medo à gente…
Ah, se eu pudesse andar
na máquina do tempo!
Punha-me a acelerar
para só aterrar
em distantes planetas,
que estão por descobrir.
Aonde eu havia de ir…
Quando eu puder andar
na máquina do tempo,
hei-de te convidar
para também passear,
E se tiveres coragem,
será longa a viagem…
Aonde queres vir comigo?
Vai já pensando, amigo…










